Vector Estratégico 5 - Sofisticação da Oferta Turística pela Aposta no Conhecimento, Cultura e Inovação
Fraquezas
Forças
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A crescente sofisticação e grau de exigência dos consumidores propiciam a oportunidade de qualificação e diferenciação pela excelência dos produtos turísticos com maior potencial do concelho, associados às condições excelentes para a realização de turismo náutico e de turismo de natureza e aventura. A elevação do patamar de qualidade e diferenciação, com repercussão ao nível da imagem turística do concelho, proporcionará uma nova dinâmica e interesse do Concelho do ponto de vista turístico.
Projectos Estruturantes
- Qualificação do Potencial Humano e das Competências de Gestão Turística (RT)
O desenvolvimento de actividades novas e diferenciadas no concelho só é possível com a fixação e desenvolvimento de competências úteis e apropriadas para o efeito.
Desta forma, terá que se verificar em simultâneo:- o desenvolvimento das competências adaptadas aos que já estão no território e que sentem dificuldades nos sectores tradicionais (em prioridade) - aposta no sector primário especializado em produtos regionais: pesca, horto-fruticultura, vitivinicultura, silvo-pastorícia
- o desenvolvimento de novas competências na população activa existente (p.e., protecção ambiental, piscicultura em viveiros), incentivando-se a alternância sazonal de actividades económicas
- a preparação dos mais jovens para o desenvolvimento de actividades sustentáveis, associadas à promoção e visitação de Sesimbra
- a fixação de pessoas portadoras de novas competências e de uma nova cultura mais orientada para a mudança e inovação
- Promoção de programas de visitação e conhecimento do concelho e da sua história nas escolas do ensino básico e secundário
- Inclusão de actividades fomentadoras de cultura empreendedora nas escolas do ensino básico e secundário
- Realização de protocolos de colaboração com Escolas do INFT, com Universidades, Politécnicos e outros estabelecimentos de ensino e de investigação, para fomentar o reforço de competências (níveis III e IV do CEDEFOP/FSE) nas áreas de actividade necessárias ao desenvolvimento do turismo
- Promoção de acções de formação nas áreas da restauração e hotelaria
- Garantir a existência de qualificações locais na área do turismo e da preservação do ambiente (ainda que em acumulação com outras actividades económicas, para fazer face à sazonalidade do emprego no sector do turismo): promoção de acções de formação de guia de natureza, monitores desportivos (desportos de aventura, vela, remo), agentes locais de defesa ambiental e patrimonial, ...
- Realização de acções de formação ao nível da reconfiguração das actividades tradicionais (agricultura, floresta e pesca) => produtos mais competitivos e harmoniosa articulação da actividade turística com as actividades económicas tradicionais, assegurando a preservação das riquezas naturais
- o desenvolvimento das competências adaptadas aos que já estão no território e que sentem dificuldades nos sectores tradicionais (em prioridade) - aposta no sector primário especializado em produtos regionais: pesca, horto-fruticultura, vitivinicultura, silvo-pastorícia
- Estímulo ao desenvolvimento de projectos de I&D aplicados ao turismo e à cultura, a concretizar por estabelecimentos de ensino superior e centros de investigação da Área Metropolitana de Lisboa (RT)
- Criação de eventos culturais com base em reconstituições históricas (R4 e R5) tendo como palco edifícios com interesse arquitectónico (Santuário do Cabo Espichel, Castelo, Fortaleza, Quinta do Perú, Quinta do Calhariz, Quinta de San Payo) e algumas aldeias do concelho que conservam, da melhor forma, a traça rural - de preferência em articulação com Setúbal e Palmela. Exemplo: Recriação da Batalha do Cabo Espichel (1180)
- Casa da Ópera (R4), projecto dedicado à realização de concertos (música, ópera)
- Roça do Casal do Meio - "Aldeia da Idade do Bronze" (RT)
- Arqueologia subaquática (R1 e R3)
- Boas práticas de mergulho no PNA (R1 e R3)
- Prémio científico de Sesimbra (R1 e R3)
- Criação de residências temporárias para criação artística e cultural (R4 e R5)


