As Divindades Marinhas
com Filomena Barata, do Museu Nacional de Arqueologia / Direção Geral do Património Cultural

CONVERSAS NA CAPELA
As Divindades Marinhas
Oceano, filho primogénito de Urano (céu) e Gaia (terra), é o mais velho dos titãs, deuses primordiais. Concebido inicialmente como um rio que serpenteava a Terra, era a água personificada que rodeava o mundo. Era o rio cósmico original passando depois a representar o Oceano Atlântico e o Mar Mediterrâneo.
Por sua vez, Neptuno é o deus romano do mar, homólogo do deus grego Posídon, filho mais velho da deusa Ops (da fertilidade e da terra) e Saturno (deus do tempo e da agricultura), e irmão de Júpiter e Plutão. Considerado o senhor das ninfas dos oceanos, mares, rios, fontes e lagos, a sua esposa foi Anfitrite, uma nereida filha de Nereu (deus marinho primitivo) e da ninfa aquática Dóris. São conhecidas múltiplas representações de Neptuno e de outras divindades marinhas, desde a ocupação romana do território atualmente português.
Maria Filomena Barata, Técnica Superior do Museu Nacional de Arqueologia – Direção Geral do Património Cultural
Foi diretora regional do antigo Instituto Português do Património Arquitetónico de Évora (posteriormente Direção Regional de Cultura do Alentejo) entre 2000 e 2008 e assessora do IPPAR e ex-IPM, em 2010 e 2011. Lecionou na Universidade de Évora, como assistente convidada, e no Instituto Superior de Porto Amboim, Angola.
A sua área preferencial de investigação centra-se em torno das temáticas do Património Cultural, tendo-se dedicado ao estudo da Época Romana, temas a que tem dedicado muitas publicações.
Sexta, às 21.30 horas
- Observações: atividade sujeita às regras impostas pela DGS