APOIO AO EMIGRANTE: Protocolo de colaboração
A Câmara Municipal de Sesimbra, representada pelo seu presidente, Augusto Pólvora, e a Direção-geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas (DGACCP), representada pelo embaixador João Maria Cabral, assinaram um protocolo de colaboração, com o objetivo de criar uma estrutura de apoio aos munícipes que pretendem emigrar, tenham estado emigrados, estejam em vias de regresso ou que ainda residam nos países de acolhimento.
30 de Setembro de 2014
O acordo foi assinado no dia 30 de setembro, na Sala do Governador, na Fortaleza de Santiago, e foi homologado pelo Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário.
«Atualmente, mais de dois milhões e 300 mil portugueses nascidos em território nacional encontram-se espalhados por todo o mundo. Apesar de termos grande tradição, sobretudo com a vaga de emigração para França, nas décadas de 60 e 70, maioritariamente de habitantes das zonas rurais, hoje assiste-se a uma realidade diferente, que é a emigração proveniente dos centros urbanos e de pessoas qualificadas. Por isso, estes acordos com os municípios, e neste caso particular, com Sesimbra, são fundamentais para lhes proporcionarmos o apoio de que necessitam», salientou José Cesário.
Opinião partilhada pelo presidente da Câmara Municipal, Augusto Pólvora. «Apesar de não termos na génese a tradição de emigrar, temos a experiência da Quinta do Conde, onde se assistiu na década de 70 a um grande fluxo migratório de pessoas que vieram de outras regiões do país e de emigrantes que voltaram».
O autarca referiu-se ainda à vinda de imigrantes para a construção nos anos 90 e, posteriormente, à saída de pessoas que trabalhavam na construção civil e de jovens, devido à falta de oportunidades.
Realidades que, frisou, «levaram-nos a criar um espaço que presta apoio aos que querem sair do país, ou voltar, daí que este acordo seja importante para continuarmos a ter um serviço personalizado a todos os que querem sair ou regressar, com maior envolvimento da DGACCP».
O Gabinete de Apoio ao Emigrante funciona no espaço Cidadania, na Quinta do Conde, às terças e quintas-feiras, e em Sesimbra, às segundas-feiras, e presta apoio nas áreas do emprego, saúde, educação, segurança social, reconhecimento de documentos no estrangeiro ou na inscrição consular.
«Atualmente, mais de dois milhões e 300 mil portugueses nascidos em território nacional encontram-se espalhados por todo o mundo. Apesar de termos grande tradição, sobretudo com a vaga de emigração para França, nas décadas de 60 e 70, maioritariamente de habitantes das zonas rurais, hoje assiste-se a uma realidade diferente, que é a emigração proveniente dos centros urbanos e de pessoas qualificadas. Por isso, estes acordos com os municípios, e neste caso particular, com Sesimbra, são fundamentais para lhes proporcionarmos o apoio de que necessitam», salientou José Cesário.
Opinião partilhada pelo presidente da Câmara Municipal, Augusto Pólvora. «Apesar de não termos na génese a tradição de emigrar, temos a experiência da Quinta do Conde, onde se assistiu na década de 70 a um grande fluxo migratório de pessoas que vieram de outras regiões do país e de emigrantes que voltaram».
O autarca referiu-se ainda à vinda de imigrantes para a construção nos anos 90 e, posteriormente, à saída de pessoas que trabalhavam na construção civil e de jovens, devido à falta de oportunidades.
Realidades que, frisou, «levaram-nos a criar um espaço que presta apoio aos que querem sair do país, ou voltar, daí que este acordo seja importante para continuarmos a ter um serviço personalizado a todos os que querem sair ou regressar, com maior envolvimento da DGACCP».
O Gabinete de Apoio ao Emigrante funciona no espaço Cidadania, na Quinta do Conde, às terças e quintas-feiras, e em Sesimbra, às segundas-feiras, e presta apoio nas áreas do emprego, saúde, educação, segurança social, reconhecimento de documentos no estrangeiro ou na inscrição consular.