Encontro Comunidades em Ação deu a conhecer projetos dos municípios de Sesimbra, Palmela e Setúbal
Os projetos dinamizados pela Câmara Municipal de Sesimbra, no âmbito das Operações Integradas Locais da Quinta do Conde e do Castelo, do Plano Metropolitano de Apoio às Comunidades Desfavorecidas da Área Metropolitana de Lisboa, foram apresentados no Encontro Local - Comunidades em Ação, realizado no dia 3 de junho, no Convento de Jesus, em Setúbal.
O encontro, que deu também a conhecer o trabalho desenvolvido nos municípios de Palmela e de Setúbal, no âmbito do referido plano, contou com a presença dos presidentes dos três municípios, do 1º secretário da Área Metropolitana de Lisboa, Carlos Humberto de Carvalho, do presidente da Comissão Nacional de acompanhamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), Pedro Dominguinhos, representantes dos vários municípios da Área Metropolitana de Lisboa com projetos desenvolvidos no âmbito do Plano Metropolitano, técnicos dos municípios, e um vasto conjunto de parceiros.
«Este é o último dos encontros das Comunidades em Ação. Chegámos aqui, hoje, com trabalho realizado e com orgulho no que fizemos», referiu o presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, Francisco Jesus, referindo-se ao que foi feito no território da AML.
No que respeita a Sesimbra, o autarca referiu que «a opção foi fazer duas Operações Integradas Locais: uma para o Castelo e outra para a Quinta do Conde», e acrescentou que, em ambas, «foi preciso identificar as necessidades, desafios e vulnerabilidades das comunidades mais desfavorecidas existentes em cada um desses territórios, tendo em conta o plano de ação local em cada um deles», num trabalho que, para o autarca foi possível «valorizando todas as equipas técnicas locais e todos os parceiros».
Em relação aos projetos materiais e imateriais incluídos na candidatura do município ao PMACD-AML, o autarca destacou, entre outros, a construção do Auditório Municipal da Quinta do Conde, de um auditório no Parque Augusto Pólvora e do Spot das Artes na Quinta do Conde, a requalificação do Anfiteatro da Boa Água e dos grandes campos de jogo, a reinstalação do Espaço Cidadania, a construção, os Planos Pedagógicos de Inclusão, o Fórum da Juventude, o Programa Desportivo para a Inclusão, o programa Ser + Feliz, a promoção da cidadania, o projeto Saúde + Próximo, ou capacitação das organizações locais.
«Todos estes projetos foram pensados numa lógica de conjugação e complementaridade», sublinhou.
A terminar, e referindo-se ao Plano Metropolitano, criado para mitigar as consequências da pandemia de COVID-19, Francisco Jesus afirmou que, «apesar do quadro temporal curto, que obrigou a pensar depressa, fazer um diagnóstico rápido, e uma articulação profunda entre os três municípios e todos os outros da AML, conseguiu-se transformar os nossos territórios».
Na sessão de encerramento do encontro, o 1º secretário da Área Metropolitana de Lisboa, Carlos Humberto de Carvalho, enalteceu e agradeceu o trabalho por todos os municípios da Área Metropolitana, bem como de todas as entidades envolvidas.
«Acreditamos no trabalho e na força de todos vós, porque sem vós, não tínhamos chegado aqui. Acreditamos nesta rede que vai continuar a unir, porque apesar destes tempos difíceis, as Comunidades em Ação têm semeado esperança».
A concluir, o responsável da AML afirmou que «é possível ir mais além na ampliação de direitos, nas conquistas civilizacionais, e na melhoria das condições de vida».
De referir que o programa do encontro incluiu a projeção de um filme alusivo aos projetos desenvolvidos nos municípios de Sesimbra, Palmela e Setúbal, no âmbito das Comunidades em Ação, vários momentos culturais protagonizados por intervenientes em vários projetos nos três municípios, e a entrega de distinções a várias entidades.
Projetos das Operações Integradas Metropolitanas de Sesimbra, Palmela e Setúbal