MUNICÍPIO:Contas de 2012 com resultado positivo
O relatório e contas de 2012 foi aprovado por maioria pela Câmara Municipal com o voto contra do PS. O documento será agora enviado para aprovação da Assembleia Municipal.
01 de Abril de 2013
No global, mesmo tendo em conta a difícil conjuntura, que resultou numa quebra de receitas, particularmente do IMI, loteamentos, obras e venda de bens e serviços, o desempenho da autarquia no ano em questão foi bastante positivo por um conjunto de razões.
Em primeiro lugar, pela redução da dívida de curto prazo, o que representa a inversão de uma tendência que se vinha repetindo há alguns anos.
Este dado é tanto mais relevante se se atender ao facto de que em 2012 foram levados a cabo alguns dos maiores investimentos dos últimos anos, de que são exemplo os projetos do Programa Integrado de Valorização da Frente Marítima de Sesimbra, a construção do Bairro Infante D. Henrique, o saneamento na freguesia do Castelo ou a nova escola em Sampaio.
Isto sem esquecer o apoio à construção de equipamentos sociais, o apoio social a famílias carenciadas, entre muitas outras medidas dinamizadas pela autarquia nas áreas da cultura, turismo e atividades económicas.
Em segundo lugar, pelo grau de execução das Grandes Opções do Plano, que atingiu 73 por cento, bem como o investimento realizado, que ultrapassou os 13,7 milhões de euros.
Do ponto de vista financeiro, o ano de 2012 ficou ainda assinalado pela recuperação da capacidade de endividamento do município, que é de 3,7 milhões, e que em 2011 era negativa.
A mesma tendência se verificou no balanço e demonstração de resultados, que mostra uma franca recuperação financeira, ao passar de um resultado líquido negativo de 5,6 milhões, em 2011, para um resultado líquido negativo de apenas 740 mil euros que, aliás, ficaria sem qualquer expressão, não fosse o aumento extraordinário dos encargos com a cobrança de IMI.
Já em relação à dívida, os resultados poderiam ter sido ainda mais positivos, caso não se verificasse o crescimento da dívida de médio e longo prazo em cerca de 2 milhões, que resulta, essencialmente, da utilização dos empréstimos e encargos com financiamentos contratados nos anos anteriores. No entanto, o aumento da dívida global cifrou-se em 700 mil euros, fruto da redução da dívida de curto prazo, em 1,4 milhões.
Neste particular, importa referir que a dívida da autarquia ficaria reduzida substancialmente caso fossem liquidadas as dívidas de terceiros, que representam perto de 20,8 milhões de euros.
«Apesar de todas as dificuldades com que nos temos deparado, não desistimos de levar por diante os investimentos que são fundamentais para o desenvolvimento económico do concelho e assim contribuir para manter e criar postos de trabalho. Ao mesmo tempo, fizemos um grande esforço de contenção das despesas a vários níveis, que resultaram na redução dos encargos», sublinhou o presidente da Câmara Municipal, Augusto Pólvora.
«Por isso estes resultados deixam-nos mais otimistas e aliviados em relação ao futuro», concluiu o autarca, que destacou o esforço dos funcionários da Câmara municipal, que «com menos meios e com os cortes na remuneração decretados pelo Governo, deram o seu melhor para que a autarquia pudesse continuar a prestar um serviço de qualidade à população».
Em primeiro lugar, pela redução da dívida de curto prazo, o que representa a inversão de uma tendência que se vinha repetindo há alguns anos.
Este dado é tanto mais relevante se se atender ao facto de que em 2012 foram levados a cabo alguns dos maiores investimentos dos últimos anos, de que são exemplo os projetos do Programa Integrado de Valorização da Frente Marítima de Sesimbra, a construção do Bairro Infante D. Henrique, o saneamento na freguesia do Castelo ou a nova escola em Sampaio.
Isto sem esquecer o apoio à construção de equipamentos sociais, o apoio social a famílias carenciadas, entre muitas outras medidas dinamizadas pela autarquia nas áreas da cultura, turismo e atividades económicas.
Em segundo lugar, pelo grau de execução das Grandes Opções do Plano, que atingiu 73 por cento, bem como o investimento realizado, que ultrapassou os 13,7 milhões de euros.
Do ponto de vista financeiro, o ano de 2012 ficou ainda assinalado pela recuperação da capacidade de endividamento do município, que é de 3,7 milhões, e que em 2011 era negativa.
A mesma tendência se verificou no balanço e demonstração de resultados, que mostra uma franca recuperação financeira, ao passar de um resultado líquido negativo de 5,6 milhões, em 2011, para um resultado líquido negativo de apenas 740 mil euros que, aliás, ficaria sem qualquer expressão, não fosse o aumento extraordinário dos encargos com a cobrança de IMI.
Já em relação à dívida, os resultados poderiam ter sido ainda mais positivos, caso não se verificasse o crescimento da dívida de médio e longo prazo em cerca de 2 milhões, que resulta, essencialmente, da utilização dos empréstimos e encargos com financiamentos contratados nos anos anteriores. No entanto, o aumento da dívida global cifrou-se em 700 mil euros, fruto da redução da dívida de curto prazo, em 1,4 milhões.
Neste particular, importa referir que a dívida da autarquia ficaria reduzida substancialmente caso fossem liquidadas as dívidas de terceiros, que representam perto de 20,8 milhões de euros.
«Apesar de todas as dificuldades com que nos temos deparado, não desistimos de levar por diante os investimentos que são fundamentais para o desenvolvimento económico do concelho e assim contribuir para manter e criar postos de trabalho. Ao mesmo tempo, fizemos um grande esforço de contenção das despesas a vários níveis, que resultaram na redução dos encargos», sublinhou o presidente da Câmara Municipal, Augusto Pólvora.
«Por isso estes resultados deixam-nos mais otimistas e aliviados em relação ao futuro», concluiu o autarca, que destacou o esforço dos funcionários da Câmara municipal, que «com menos meios e com os cortes na remuneração decretados pelo Governo, deram o seu melhor para que a autarquia pudesse continuar a prestar um serviço de qualidade à população».