RIBEIRA DO MARCHANTE: Ato Público de Atribuição de Lotes
Mais de cem proprietários de lotes sem capacidade construtiva na Quinta do Conde participaram, no dia 15 de março, num ato público que lhes possibilitou a permuta por um terreno no Loteamento Municipal da Ribeira do Marchante.
18 de Março de 2014
«Esperamos que esta primeira fase seja bem-sucedida e que permita que outras pessoas que agora não quiseram aderir a esta solução possam participar mais tarde e completar a 1.ª e 2.ª fase do loteamento, resolvendo ainda mais problemas desta natureza», referiu o presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, Augusto Pólvora, durante a apresentação do projeto.
«Se tudo correr como esperado, no início de 2016 poderemos ter as obras de urbanização todas concluídas e fazer a entrega formal dos lotes aos proprietários», informou.
O Loteamento Municipal da Ribeira do Marchante inclui lotes de moradias em banda com 7,5 e 5 metros de frente. «Recorremos à solução das moradias em banda por razões de economia de espaço e para tentar resolver o máximo de problemas, para além de que o custo das infraestruturas é muito menor», justificou Augusto Pólvora.
A proposta apresentada pela autarquia implica que os proprietários paguem uma parte da verba no dia da assinatura do contrato e a restante no final do processo. Este pagamento inicial vai ser utilizado pela Câmara Municipal para realizar as obras de urbanização.
«Se não fosse este modelo e tendo em conta a conjuntura atual seria muito difícil à autarquia disponibilizar todo o dinheiro para avançar com as obras», garantiu o presidente, acrescentando que «é óbvio que este modelo também afastou muitas pessoas por não terem neste momento esta verba disponível».
«Se tudo correr como esperado, no início de 2016 poderemos ter as obras de urbanização todas concluídas e fazer a entrega formal dos lotes aos proprietários», informou.
O Loteamento Municipal da Ribeira do Marchante inclui lotes de moradias em banda com 7,5 e 5 metros de frente. «Recorremos à solução das moradias em banda por razões de economia de espaço e para tentar resolver o máximo de problemas, para além de que o custo das infraestruturas é muito menor», justificou Augusto Pólvora.
A proposta apresentada pela autarquia implica que os proprietários paguem uma parte da verba no dia da assinatura do contrato e a restante no final do processo. Este pagamento inicial vai ser utilizado pela Câmara Municipal para realizar as obras de urbanização.
«Se não fosse este modelo e tendo em conta a conjuntura atual seria muito difícil à autarquia disponibilizar todo o dinheiro para avançar com as obras», garantiu o presidente, acrescentando que «é óbvio que este modelo também afastou muitas pessoas por não terem neste momento esta verba disponível».