SANEAMENTO: Investimento ronda os 9,5 milhões de euros
Com uma grande parte da freguesia do Castelo sem saneamento básico, a Câmara Municipal iniciou em 2007, um ambicioso plano de construção das redes “em baixa”, que começou no Zambujal.
06 de Setembro de 2013
Seguiram-se as Caixas, Alfarim, Aldeia do Meco e Torrões e, com a candidatura aprovada pelo QREN-POVT, a autarquia avançou para outras zonas.
Atualmente, vários aglomerados já estão ligados aos emissários da rede “em alta”, que por sua vez encaminha as águas para a ETAR Lagoa/Meco.
São os casos de Alfarim, Meco, Torrões e parte do Zambujal. Também os esgotos provenientes das zonas de Santana e Cotovia, que antes eram enviados para a estação de tratamento da Carrasqueira, passaram a ir diretamente para tratamento na ETAR da Lagoa-Meco, o que contribuiu para melhorar a qualidade da água da Lagoa de Albufeira.
Até final deste ano outras zonas deverão estar ligadas à ETAR , logo que terminem as empreitadas em curso. São elas a 2.ª fase da Lagoa de Albufeira, a 1.ª fase do lote poente, que abrange Zambujal, Aiana, Fonte Esquerda – Assenta, a 3.ª fase do Zambujal e Fetais – Fornos, e a 1.ª e 2.ª fase do lote nascente, que abrangem Pedreiras, Maçã, Sampaio, Cotovia e Carrasqueira.
Com a conclusão destas obras, a rede de saneamento básico abrangerá praticamente a totalidade das habitações da freguesia, um passo significativo para melhorar as condições de vida dos moradores, que até aqui tinham de recorrer a fossas séticas, e, consequentemente, as condições ambientais da região.
As caraterísticas geográficas do Castelo, com povoados muito dispersos, tornaram este trabalho extremamente complexo. A sua conclusão só foi possível com o empenho de todas as entidades e empresas envolvidas e, essencialmente, com a compreensão dos munícipes que, apesar de terem de lidar diariamente com obras durante longos períodos, perceberam sempre que se tratavam de intervenções inadiáveis e fundamentais para o seu bem-estar.
Importa referir que no seguimento das obras de saneamento foram efetuados vários arranjos urbanísticos, nomeadamente a construção de passeios, repavimentação de vias e requalificação do espaço público na Aldeia do Meco, Alfarim e Zambujal.

Atualmente, vários aglomerados já estão ligados aos emissários da rede “em alta”, que por sua vez encaminha as águas para a ETAR Lagoa/Meco.
São os casos de Alfarim, Meco, Torrões e parte do Zambujal. Também os esgotos provenientes das zonas de Santana e Cotovia, que antes eram enviados para a estação de tratamento da Carrasqueira, passaram a ir diretamente para tratamento na ETAR da Lagoa-Meco, o que contribuiu para melhorar a qualidade da água da Lagoa de Albufeira.
Até final deste ano outras zonas deverão estar ligadas à ETAR , logo que terminem as empreitadas em curso. São elas a 2.ª fase da Lagoa de Albufeira, a 1.ª fase do lote poente, que abrange Zambujal, Aiana, Fonte Esquerda – Assenta, a 3.ª fase do Zambujal e Fetais – Fornos, e a 1.ª e 2.ª fase do lote nascente, que abrangem Pedreiras, Maçã, Sampaio, Cotovia e Carrasqueira.
Com a conclusão destas obras, a rede de saneamento básico abrangerá praticamente a totalidade das habitações da freguesia, um passo significativo para melhorar as condições de vida dos moradores, que até aqui tinham de recorrer a fossas séticas, e, consequentemente, as condições ambientais da região.
As caraterísticas geográficas do Castelo, com povoados muito dispersos, tornaram este trabalho extremamente complexo. A sua conclusão só foi possível com o empenho de todas as entidades e empresas envolvidas e, essencialmente, com a compreensão dos munícipes que, apesar de terem de lidar diariamente com obras durante longos períodos, perceberam sempre que se tratavam de intervenções inadiáveis e fundamentais para o seu bem-estar.
Importa referir que no seguimento das obras de saneamento foram efetuados vários arranjos urbanísticos, nomeadamente a construção de passeios, repavimentação de vias e requalificação do espaço público na Aldeia do Meco, Alfarim e Zambujal.